Ao escrever este livro, sinto-me como se estivesse desenhando uma linha na areia, que divide a história da humanidade. De um lado está o neodarwinismo, que dispõe a vida como uma eterna batalha entre robôs bioquímicos, e do outro está a "nova biologia", que a considera uma jornada de cooperação entre indivíduos de vontade própria que podem se programar para criar uma existência cheia de felicidade.